terça-feira, 15 de outubro de 2013

Os insetos

Os insetos são animais invertebrados. Eles podem ser encontrados em diversos lugares: na água, na terra, em ambientes quentes e frios. Embora existam milhares de espécies de insetos, todos ele têm o corpo dividido em três partes: cabeça, tórax e abdome. Na cabeça há um par de antenas, ligadas ao tórax, há seis pernas e, em muitos, um par de asas. Todos os insetos põem ovos. De algumas espécies nascem as larvas, como são chamados os filhotes desses animais. Mais tarde as larvas se tornam semelhantes aos adultos. Em outras, dos ovos nascem filhotes semelhantes aos adultos, chamados ninfas.
Este besouro brasileiro chega a medir 20 centímetros de comprimento. É o maior inseto do mundo.
As borboletas também são insetos. Elas pousam sobre as plantas e sugam o néctar das flores.


Referências Bibliográficas:

PROJETO BURITI - Ciências - 2ª edição. São Paulo: Moderna, 2011.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Videoaula sobre Fotossíntese, Algas, Plantas e Fungos

Atividade Didática sobre Plantas - Pense Nisso

As florestas tropicais apresentam enorme diversidade de seres vivos e os mais facilmente observáveis são as plantas, como é possível notar por essa fotografia tirada no interior da mata atlântica. A diversidade de plantas nos deixa a pensar como ela surgiu e evoluiu e quais são as adaptações desses seres para a vida no ambiente terrestre.




Pense Nisso:
Se você quisesse separar em grupos as plantas da mata atlântica mostradas na foto acima, que critério usaria? Segundo esse critério, que tipos de planta colocaria em cada grupo?
Você já viu nascer sozinha uma samambaia em um muro? E um matinho com flor no meio de uma abertura no asfalto ou na calçada? Como você acha que essas plantas chegaram a esses lugares se elas não foram plantadas por ninguém?
Toda planta produz flores?
Toda planta que produz sementes também produz frutos?

Referência:

Material de Apoio ao Currículo do Estado de São Paulo - Caderno do Professor Biologia, Ensino Médio 1ª série, Volume 2, 1ª edição, São Paulo, 2013.

Por que estudar as plantas?

  Um dos medicamentos mais comercializados no mundo, desde o início do século XX até os dias de hoje, foi formulado a partir de uma substância produzida por células da casca de uma árvore. A substância é o ácido salicílico e a árvore é o salgueiro ou chorão (Salix alba), geralmente encontrado nas margens de rios e lagos.
  Na década de 1890, um químico alemão conseguiu isolar o ácido salicílico a partir de extratos da casca do salgueiro e identifica-lo como o princípio ativo capaz de aliviar a dor. Alguns anos depois, um derivado dessa substância, o ácido acetilsalicílico, passou a ser vendido nas farmácias da Europa e da América na forma de comprimidos e rapidamente se tornou um sucesso. Até os astronautas da missão espacial Apolo 11, os primeiros a pousar na Lua, em 1969, levaram o medicamento na bagagem.
  No entanto, registros apontam que a utilização do salgueiro no combate a dor é muito mais antigo.
  No Antigo Testamento da Bíblia, há recomendações de uso de folhas e galhos de salgueiros com finalidades medicinais. No século V a.C., o grego Hipócrates, considerado o ''pai da medicina'', receitava chá de casca de salgueiro para aliviar a febre e dores do parto.
  Qual é a função do ácido salicílico no salgueiro?
  Descobriu-se que essa substância é produzida na planta em resposta ao ataque de bactérias, vírus ou fungos parasitas de plantas. Mesmo que a região atacada por esses microorganismos seja pequena, como um corte no caule, a síntese do ácido salicílico garante proteção por tempo prolongado contra possíveis ataques a outras partes da planta.
 Muitas espécies de planta com propriedades medicinais e mesmo tóxicas ainda não foram estudadas. Essa é um dos grandes prejuízos provocados pela devastação da vegetação: o desaparecimento de toda essa flora farmacológica, farmácia natural.
 O desmatamento não é prejudicial apenas porque destrói espécies de planta utilizadas na farmacologia, pois esse não é o único motivo pelo qual as plantas devem ser estudadas. As plantas juntamente com as algas, ocupam a base da maioria das cadeias alimentares e são as responsáveis pela liberação de gás oxigênio para o ambiente.
Salgueiro-chorão 

Árvore Salgueiro                                 Ácido acetilsalicílico


Referências:

Plantas da Amazônia - Aprendendo com a Natureza, de Sueli Angelo Furlan,
Editora: Horizonte


Fotossíntese versus respiração

  Os alimentos produzidos por fotossíntese são utilizados pela própria planta para a execução das diferentes funções vitais. A liberação de energia desses alimentos é feita pela respiração.
  Do equilíbrio entre esses dois processos dependem, em grande parte, a nutrição e o desenvolvimento da planta. A fotossíntese é um processo que depende da luz. até certo ponto, aumentando-se a intensidade luminosa, há aumento na taxa de fotossíntese. Já a respiração é um processo que independe da luz, como mostra o gráfico abaixo.
  A intensidade luminosa na qual a taxa de fotossíntese se iguala à da respiração é denominada ponto de compensação fótica (PC). Nessa intensidade de luz, todo o oxigênio produzido por fotossíntese é consumido pela respiração, e todo o gás carbônico produzido por respiração é consumido pela fotossíntese.
  O valor do PC varia dependendo da espécie de planta, Existem as chamadas plantas de sol ou heliófilas (hélios = sol; philo = amigo), que só se desenvolvem bem com muita luz e possuem PC elevado. Já as chamadas plantas de sombra ou ombrófilas (umbro = sombra) desenvolvem-se bem com pouca luz e possuem PC baixo.


Gráfico da velocidade da reação da fotossíntese e da respiração em função da intensidade de luz.

 


Fórmula da Fotossíntese

12H2O + 6CO2 → 6O2 +C6H12O6 + 6H2O
 

  
 
Esquematização Fotossíntese x Respiração
 
 
Referências:
 
 
 
 

Angiospermas

    As angiospermas derivaram de um grupo de gimnospermas e os eventos evolutivos que surgiram nas gimnospermas relacionados com a independência da água para reprodução persistiram. Elas também apresentam grãos de pólen, tubo polínico, óvulos e sementes.
   Na linhagem das angiospermas, entretanto, surgiram outras estruturas de proteção do óvulo e da semente: os ovários e os frutos, respectivamente.
   Os ovários abrigam os óvulos. Após a fecundação, os óvulos dão origem às sementes, e os ovários formam os frutos, que dão maior proteção às sementes e contribuem para sua dispersão.
   As angiospermas também são fanerógamas e assim os elementos relacionados com a reprodução sexuada encontram-se reunidos em estruturas de reprodução evidentes. Neste grupo, essas estruturas são as flores.
  O surgimento das flores garantiu às angiospermas um modo bastante eficiente de reprodução sexuada. Nesse caso, a polinização pode ocorrer pelo vento, como acontece nas gimnospermas, mas também por meio de animais, como insetos, pássaros e morcegos.
  O surgimento dos frutos protegendo ainda mais as semente foi  outra condição que garantiu grande eficiência na dispersão dessas plantas no ambiente terrestre. Atualmente, as angiospermas correspondem ao grupo de plantas com maior diversidade: cerca de 350.000 espécies. Ocorrem em ampla diversidade de hábitats, possuindo desde espécies aquáticas, inclusive marinhas, até plantas adaptadas a ambientes áridos.
As angiospermas tem sido atualmente classificada no filo Anthopyta (do grego: ánthos = flor). São exemplos as mangueiras, os coqueiros, as laranjeiras, as bananeiras e muitas outras plantas floríferas.

                                                                                                          
   
Laranjeira - flor e fruto                                                             Bananeira - flor e fruto




Esquematização de uma Flor de Angiosperma







                          Referências Bibliográficas:

LOPES, S. Biologia-volume único. 1. ed. São Paulo: Saraiva 2005